Fome Emocional x Fome Fisiológica

Algumas pessoas quando estão estressadas, ansiosas, irritadas ou tristes não sentem vontade de comer, enquanto outras acabam comendo mais do que o normal. As incertezas de dias futuros, medos e angústias que estamos vivendo atualmente com a pandemia do novo coronavírus, têm levado muita gente a mudar sua rotina alimentar e, em muitos casos, por causa da fome emocional.

O ato de comer para aliviar a emoção pode se tornar um grande problema, de modo a surgir ou intensificar transtornos alimentares e contribuir para quadros de obesidade. Um excelente forma de identificá-las é realizar outra atividade como um exercício, ligar para alguém ou ler um livro quando surgir a vontade de comer algo específico como doce, pizza, chocolate, etc.

Se, mesmo assim, o apetite continuar, pode ser mesmo uma fome fisiológica, mas isso depende também de quanto tempo faz que realizou a última refeição, o que comeu e em qual quantidade.

Caso não consiga reconhecer de fato o tipo de fome e ter esse autocontrole, procure ajuda para ter uma relação mais harmoniosa com os alimentos, você mesmo e seu corpo.

Por Maristela Silva
Psicóloga - CRP 06/100464
Especialista em Transtornos alimentares e obesidade e formanda em Psicanálise

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